"Autorizo todas as obras libertinas ou imorais. Creio que são muito essenciais para a felicidade do homem, úteis ao progresso da filosofia, indispensáveis para a extinção dos preconceitos e feitas, em todos os casos, para aumentar a soma dos conhecimentos humanos".
Baba ovo baba baba Baba sempre sempre mais Baba ovo baba baba Baba tudo o que és capaz Baba ovo baba baba Baba na frente e atras Baba tudo o que tem direito Deputado, senador e prefeito Vai babando com volúpia voraz A tua vida é uma babada Pro baba ovo uma babada é sagrada Vai babando a quem te der mais........ Baba ovo baba baba
lembrei agora de uma historinha budista que ilustra bem esse conflito interno nosso que determina os altos e baixos da vida. Ouvi esse conto num curso na Índia, em 2006. Segundo me lembro, ela é mais ou menos assim:
“Havia um guerreiro muito famoso que, vagando pela floresta, encontrou um monge meditando sob uma árvore. Ao se aproximar, apresentou-se e disse:
- Mestre, depois de passar uma vida inteira guerreando comecei a pensar sobre a vida e a morte, sobre o amor e o ódio, o certo e o errado. Com o peso da idade começando a se abater sobre mim, começo a considerar para onde minhas decisões me levarão. Gostaria de fazer uma pergunta que nunca havia tido a oportunidade de fazer para ninguém: o inferno e o céu existem? E, se existem, como eles são?
O monge, que até então ouvia atento e com a expressão serena, de repente virou-se para o guerreiro e começou a descarregar em cima do sujeito todos os insultos e impropérios de que tinha conhecimento. E, embora um jovem monge não deva conhecer lá muitos insultos, o fato é que ele conseguiu ofender o estupefato soldado até a enésima geração. Tomado pela cólera, babando, com o rosto já todo vermelho e os olhos esbugalhados (uma visão nada bonita, se você for parar pra pensar), o guerreiro sacou sua espada e estava prestes a decapitar o monge quando este serenamente disse:
- Isso é o Inferno.
Imediatamente voltando a si, o guerreiro congelou onde estava. Soltando sua espada aos poucos, ajoelhou-se aos pés do monge e, com os olhos tomados de lágrimas, ele humilde e sinceramente pediu perdão. O monge apenas disse:
Nada entendi. Percebo que nada sei. Tem cada maluco que deveria enfiar o rabo no meio das pernas e sair do ar. Tem de tudo, olhar 43, olhar de revesguei o, outro que conhece as figuras, um especialista em baba e segue com papagai o metido a repetir filosofia. Que Cidade é essa Senhor Administrador. Vós sois o culpado pois que instigador de figuras tão exóticas.
-Mirem meu olhar 43!!!
ResponderExcluirkkk!
tezão é um T grande, muito grande, grandérrimo,
ResponderExcluirE prá você
ResponderExcluirEu deixo apenas
Meu olhar 43
Aquele assim
Meio de lado
Já saindo, indo embora
Louco por você
Que pena!
Que desperdício!
Tesão...
Ah, mas este aí é um oftalmologista conhecido. Babão!!!!!
ResponderExcluir"Autorizo todas as obras libertinas ou imorais. Creio que são muito essenciais para a felicidade do homem, úteis ao progresso da filosofia,
ResponderExcluirindispensáveis para a extinção dos preconceitos e feitas, em todos os casos, para aumentar a soma dos conhecimentos humanos".
Recomendo o romance do Marquês de Sade: A filosofia na Alcova.
ResponderExcluirUm terror!!
O Melo Do Baba Ovo
ResponderExcluirMala & Maletta
Baba ovo baba baba
Baba sempre sempre mais
Baba ovo baba baba
Baba tudo o que és capaz
Baba ovo baba baba
Baba na frente e atras
Baba tudo o que tem direito
Deputado, senador e prefeito
Vai babando com volúpia voraz
A tua vida é uma babada
Pro baba ovo uma babada é sagrada
Vai babando a quem te der mais........
Baba ovo baba baba
lembrei agora de uma historinha budista que ilustra bem esse conflito interno nosso que determina os altos e baixos da vida. Ouvi esse conto num curso na Índia, em 2006. Segundo me lembro, ela é mais ou menos assim:
ResponderExcluir“Havia um guerreiro muito famoso que, vagando pela floresta, encontrou um monge meditando sob uma árvore. Ao se aproximar, apresentou-se e disse:
- Mestre, depois de passar uma vida inteira guerreando comecei a pensar sobre a vida e a morte, sobre o amor e o ódio, o certo e o errado. Com o peso da idade começando a se abater sobre mim, começo a considerar para onde minhas decisões me levarão. Gostaria de fazer uma pergunta que nunca havia tido a oportunidade de fazer para ninguém: o inferno e o céu existem? E, se existem, como eles são?
O monge, que até então ouvia atento e com a expressão serena, de repente virou-se para o guerreiro e começou a descarregar em cima do sujeito todos os insultos e impropérios de que tinha conhecimento. E, embora um jovem monge não deva conhecer lá muitos insultos, o fato é que ele conseguiu ofender o estupefato soldado até a enésima geração. Tomado pela cólera, babando, com o rosto já todo vermelho e os olhos esbugalhados (uma visão nada bonita, se você for parar pra pensar), o guerreiro sacou sua espada e estava prestes a decapitar o monge quando este serenamente disse:
- Isso é o Inferno.
Imediatamente voltando a si, o guerreiro congelou onde estava. Soltando sua espada aos poucos, ajoelhou-se aos pés do monge e, com os olhos tomados de lágrimas, ele humilde e sinceramente pediu perdão. O monge apenas disse:
- E isso é o Céu.”
Nada entendi. Percebo que nada sei. Tem cada maluco que deveria enfiar o rabo no meio das pernas e sair do ar. Tem de tudo, olhar 43, olhar de revesguei o, outro que conhece as figuras, um especialista em baba e segue com papagai o metido a repetir filosofia. Que Cidade é essa Senhor Administrador. Vós sois o culpado pois que instigador de figuras tão exóticas.
ResponderExcluirSerá qque o nosso administrador sabe a diferença entre o ceu e o inferno?
ResponderExcluirNão é baba 17:05, é guspe!!!!
ResponderExcluirGuspe que se derrama...
anonimo dass 20:01 - data: 29/10/10
ResponderExcluirO Melo que o senhor fala é aquele que é vereador?