5 de nov. de 2010

Gatão de Meia Idade - Segundos Turnos

7 comentários:

  1. -Se de uma hora para outra surgisse do nada, um dinheiro de grandeza monstruosa, verba suficiente para sanar as dívidas, asfaltar toda esta cidade com asfalto de primeira qualidade, investir na saude, emprego e renda, educação...
    Assim, meu Deus, Uruguaiana venceria!

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  2. hahahahahahahaahahahaah!!

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  3. Muito legal este Miguel Paivva!
    Genial!

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  4. Dos vinte até os trinta
    Nossa vida é muito boa
    A espingarda anda armada
    E o atirador caçoa
    Sortimento tá sobrando
    Muitas veiz atira à toa
    É só triscar no gatilho
    Que a língua de fogo avoa

    Dos trinta até os quarenta
    Pode prestar atenção
    O atirador tem cuidado
    Arma é de estimação
    Não atira em qualquer bicho
    Nem joga chumbo no chão
    Só atira em caça boa
    Pra não perder munição

    E dos quarenta aos sessenta
    Arma tem que ser tratada
    Atira uma vez ou outra
    Se for bem lubrificada
    Por cada tiro ela passa
    Um tempão dependurada
    Dá um tiro e fáia dez
    A mola tá relaxada

    E dos sessenta em diante
    Danou com os arrei' pro mato
    Arma não atira mais
    E se atirar é boato
    Espingarda enferrujada
    Só aponta pro sapato
    Virou peça de museu
    Esse mundo é mesmo ingrato

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  5. detesto detesto piada5/11/10 20:05

    vc sabe para quê serve uma espingarda de dois canos ?

    R: Pra matar dupla sertaneja

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  6. -O q , Marujo!!! Estou enganado ou vc está pensando q sairá livre dessa?? Só se na minha espingarda não tivesse nenhuma bala...
    kkkkk!

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  7. Recomendo a leitura do livro: A Espingarda do meu pai.Mais do que um manifesto politico é o relato, de uma simplicidade desconcertante, da luta permanente do povo curdo para conservar a sua identidade cultural.

    É muito interessante, copiei partes do livro, para vocês, vejam:

    Chamo-me Azad Shero Selim. Sou o neto de Selim Malay. O meu avô tinha muito humor. Dizia que tinha nascido curdo numa terra livre. Depois chegaram os Otomanos e disseram ao meu avô: tu és otomano. Após a queda do Império Otomano, tornou-se turco. Os turcos foram embora e ele voltou a ser curdo no reino de Cheikh Mahmoud, Rei dos Curdos. Depois chegaram os ingleses e, então, o meu avô tornou-se súbdito de Sua Graciosa Majestade e chegou, até, a aprender algumas palavras em inglês. Os ingleses inventaram o Iraque, o meu avô tornou-se iraquiano, mas nunca chegou a compreender o enigma desta nova palavra, Iraque, e até ao seu derradeiro suspiro não sentiu qualquer espécie de orgulho em ser iraquiano; o seu filho, meu pai, Shero Selim Malay, também não. Mas eu, Azad, era ainda um miúdo.”

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