Mostre-me um exemplo TRIBUNA DE URUGUAIANA: Miranda premiado em Buenos Aires

13 de ago. de 2009

Miranda premiado em Buenos Aires

O poeta uruguaianense Luiz de Miranda está na Argentina para receber o Grande Prêmio 2009 do Instituto Literário e Cultural Hispânico, com sede na Califórnia (USA), e que tem entre os fundadores - Jorge Luis Borges. A entrega acontecerá na segunda-feira 10/08, no XXXII Simpósio Internacional da Entidade, com participação da Europa, Canadá, Estados Unidos, Cuba, Austrália e América Latina. Já receberam esta premiação escritores mundialmente reconhecidos como Augusto Roa Bastos e Mario Benedetti. Depois, Miranda passa uma semana na casa de Mario Trejo, 83 anos, seu velho amigo, parceiro de Astor Piazzolla e um dos nomes mais ilustres das letras argentinas. Tem muitas canções, entre elas: Violetas Populares, homenagem a Violeta Parra, Los Pajaros Perdidos. “É um momento muito importante para minha trajetória, volto a Buenos Aires onde fui exilado em 1975, e tive dois poetas amigos assassinados, Chico Urondo e Miguel Ángel Bustos. Também convivi com Juan Gelman, Prêmio Cervantes, 2008, que teve seu filho e sua nora assassinados. Vou rever Trejo, pois quando ele soube através da imprensa que iria a Buenos Aires, me telefonou e ficou meia hora falando comigo. Nos conhecemos há muito tempo e ele é personagem de alguns dos meus poemas. Ele um dos poetas maiores da Língua Espanhola, reconhecido em todo o mundo. E sempre nos encontramos passamos dias conversando. Vou tratar da edição do, meu livro "Salve Argentina", escrito em Uruguaiana em junho de 2007, já traduzido pela escritora argentina Pátria da Luz, que conheci em Paris, em novembro de 1996”. Miranda participa do Simpósio, fazendo pequeno recital de seus poemas em espanhol. “Penso que a glória de um poeta não são os prêmios, mas os amigos que faz ao longo da vida. Em Buenos Aires fiz amizade com Ferreira Gullar que prefaciou, ainda no exílio, meu livro Solidão Provisória, publicado em 1978, pela Editora Alfa Ômega de SP. Voltei a encontrar nesta época Augusto Boal, com o qual convivi e fiz teatro em SP, em 1967”, finalizou.

14 comentários:

Anônimo disse...

Será que ele contou em Buenos Aires que o seu busto está lá no Sá Viana. Que sujeito ególatra, egotista, egocêntrico e todos outros egos que eu não sei. Só perde para o prefeito Felice.

Anônimo disse...

Oh que saudades que eu tenho
Da minha infãncia querida
Da minha Marduque querida
Que os anos não trazem mais
(Luis de Miranda)
Oh...perdão...vou chorar... """""""

Anônimo disse...

Tem razão o 17:27, ele é um baita dum vaidoso, mas não pode ficar de fora da tal Academia U. de Letras. Afinal os de fora são de longe melhor que os de dentro. A obra literaria de alguns é vergonhosa, e outros não tem nada que justifique ser imortal.

Anônimo disse...

Pelo que diz o anônimo das 21:47 alguns acadêmicos deveriam estar mesmo em uma academia, mas de JUDÔ.Agora é de se perguntar:ensinando ou aprendendo? Soclamoto ôh!!

Anônimo disse...

A vaidade dos imortais é eterna.

Anônimo disse...

o supra-sumo da vaidade dos literatos locais...

Anônimo disse...

O que mais importa para a maioria, é o status de fazer parte de uma casa onde deveria reinar, primeiramente, o "saber" e não a vaidade.

Anônimo disse...

Diz a lenda da ABL que o termo "imortal" vem de Olavo Bilac, que costumava dizer: "Somos imortais porque não temos onde cair morto.

Anônimo disse...

Convoco aos amigos do blog para que juntos façamos uma análise superficial da obra literaria dos membros da nossa academia Urug. de Letras. Quem já leu, ou conhece os títulos ou qualquer comentário ao respeito. Quem será o primeiro imortal que será avaliado?

Anônimo disse...

Pelo que ouvi, o prefeito escreveu Dom Quichote, o Chico Alves escreveu Mas de jeito Nenhum,o Montardo faz poesia muito bem,o Fante faz história da nossa terra,o Alfano faz livro de cinema,por enquanto me lembro disso.

Anônimo disse...

Tem mais gente que maneja bem as letras para o bem ou para o mal que poderia fazer parte da Academia. Por exêmplo o Armando Vasquez e o Fred Marcovici, na ordem.

Anônimo disse...

O Vasquez é compositor iluminado e o Marcovice carrega enorme bagagem cultural e um raciocínio muito rápido.Mas o problema em nossa cidade não é a falta de acadêmicos e sim a dislexia.Então vamos recordar na cartilha.Olavo ve a Uva.Ivo ve a Bola>pa..pa to..to =marreco.

Anônimo disse...

Registro minha admiração pela poesia de Luiz de Miranda, um poeta reconhecido e premiado em todo Brasil pelo seu talento.

Anônimo disse...

Sugiro ao JTRIBUNA que publique semanalmente um pouco de cada membro da Academia U. de Letras. Nomes das obras publicadas, algum comentário para os mortais conhecerem melhor os imrtais.