Mostre-me um exemplo TRIBUNA DE URUGUAIANA: Mulher sapiens, por Gabril Novis Neves

19 de jul de 2015

Mulher sapiens, por Gabril Novis Neves

Mulher sapiens 
Nossa Presidente vem dando verdadeiras aulas de conhecimentos gerais em seus últimos pronunciamentos.  
Como poucos, ela valorizou a tão esquecida cultura da mandioca, raiz símbolo da nossa identidade histórica, na visão dela. 
Antes do passeio pelas terras do poderoso “anticomunista” Barack Obama, a presidente se referiu às “mulheres sapiens”, criando, a partir de então, uma nova espécie evolutiva. 
A declaração foi dada no Palácio do Planalto (ela não pode colocar os pés na rua), antes dos Jogos Indígenas, cuja abertura oficial ocorreu no Mané Garrincha e o restante da competição disputada no Estado de Tocantins.
Como ela não é cientista, muito menos Deus, embora se considere como tal, a definição está mais para a coleção dos inúmeros equívocos praticados pela ex-gerentona do seu inventor, o antigo operário metalúrgico do ABC paulista, hoje conferencista dos mais bem pagos do planeta Terra. 
Para não ser injusto, é possível que a ainda mandatária desta Nação - pois daqui a três anos e pouco teremos eleições - quisesse, nesse mar de lama em que vive o país, traduzido pela espetacular desaprovação ao seu governo, fazer graça durante seu discurso.  
Com a Internet e redes sociais bombando, logo esta revolucionária declaração ganhou o noticiário nacional e internacional, oferecendo ao mundo a compreensão do porque que nunca termos sido agraciados com um prêmio Nobel da Academia da Suécia, e aferição perfeita da Pátria Educadora. 
Lutamos contra a corrupção endêmica, contaminando todo o sistema público e a sociedade brasileira. A ausência de credibilidade de um governo que não tem nem o apoio integral de seu principal mentor.
Seus antigos companheiros e companheiras estão, com muita antecedência, pulando fora do barco do poder que está totalmente desgovernado e afundando. 
Todos os dias um novo escândalo explode nesse país da oitava economia do mundo, cuja qualidade de vida de seu povo não corresponde à nossa vitalidade de produção. 
Nossos “modernos” políticos conseguiram criar um país para poucos, cheio de preconceitos entre pobres e ricos com um fosso de desigualdade social absurda. 
E haja leis para “corrigir” tantas injustiças! 
Somos assim mesmo, o único país no mundo de “homo sapiens” e “mulheres sapiens”

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